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Quanto suas ações impactam o meio ambiente?
05/02/2016

Quanto suas ações impactam o meio ambiente?

Você sabia que suas ações emitem direta e/ou indiretamente gases de Efeito Estufa (GEE) que podem piorar o Aquecimento Global? É possível fazer bastante coisa para evitar, literalmente, catástrofes em sua decorrência - e cuidarmos das gerações futuras (é justo deixar um planeta habitável). Uma delas, ainda por cima, é divertida: calcular a sua Pegada de Carbono. Ou seja, o quanto você emitiu, anualmente, de GEE. Para isso, a Iniciativa Verde atualizou a sua tradicional Calculadora de Carbono com dados atuais. O mais interessante é que ela, automaticamente, converte o seu impacto em número de árvores nativas de Mata Atlântica que precisam ser plantadas para compensar essas emissões. Ao fim, você pode optar por plantá-las e, assim, ajudar a restaurar a Mata Atlântica em áreas de manancial! Ou seja, além de ajudar no Aquecimento Global, essas árvores vão trabalhar para garantir o abastecimento de água da população. A Calculadora de Carbono é um dos programas criados pela Iniciativa Verde, praticamente, desde sua fundação há dez anos. Nada mais natural comemorar essa primeira década de vida renovando um serviço de utilidade pública para toda a sociedade! Uma maneira de todos comemorarmos a vida. O Efeito Estufa é essencial para nossa espécie - e todas as outras. Isso porque graças a ele nosso planeta se mantém quentinho possibilitando a nossa sobrevivência. Ele é um fenômeno natural onde os raios infravermelhos enviados pelo Sol ficam retidos na atmosfera da Terra graças a esses gases. O problema é que algumas ações nossas, humanas, estão aumentando a quantidade desses gases. O que eleva o Efeito Estufa. Desse modo, segundo algumas pesquisas, já estão nos fazendo suar mais. E isso se chama: Aquecimento Global. A recuperação de florestas é uma das melhores maneiras de se combater o Aquecimento Global, pois as árvores plantadas irão estocar carbono ao longo de seu crescimento. Além disso, as florestas trazem diversos outros benefícios e atuam como prestadores de serviços ambientais (por exemplo, ajudam a regular o clima e a recarregar os lençóis freáticos) que são fundamentais para garantir um futuro saudável para a humanidade. Plantar florestas é garantir o nosso futuro! Como informação é poder, sabendo o quanto emite e onde emite mais, é possível repensar as atitudes para 2016. Deixando, com propriedade, ações objetivas para cuidar do meio ambiente na clássica lista de resoluções para o Ano Novo.E que venha um 2016 mais verde! Fonte: Iniciativa Verde

Docente da FAPAN participou de importante Conferência Técnica
04/02/2016

Docente da FAPAN participou de importante Conferência Técnica

O Prof.º Fernando dos Santos Rocha, Docente do curso de Odontologia da Faculdade do Pantanal (FAPAN), participou nos dias 25, 26 e 27 de janeiro de 2016 da Conferência Luso-Brasileira de Adesão e Adesivos / Apresentação de trabalhos relacionados a Adesão e Adesivos (CLBA 2016), realizada no Rio de Janeiro. O evento contou com cerca de 80 pessoas, entre profissionais odontólogos e engenheiros industriais. A conferência é realizada a cada dois anos, de forma alternada entre Brasil e Portugal, visando a interação entre os países em relação as novas tecnologias adesivas. O EVENTO - A conferência Luso-Brasileira de Adesão e Adesivos é organizada a cada dois anos pela Associação Brasileira de Adesão e Adesivos em conjunto com a Associação Portuguesa, de mesma atuação. Em sua terceira edição, a CLBA é realizada alternadamente no Brasil e em Portugal desde 2012, tendo como objetivo reunir trabalhos das diversas áreas que envolvem o estudo do fenômeno da adesão e dos materiais adesivos. Na edição desse ano foram realizadas atividades como reunião em forma de apresentação de trabalhos em auditório de forma oral e através de pôsteres, com os seguintes temas sugeridos: Modelagem numérica, ensaios de aderência; Adesivos na indústria do petróleo, na indústria aeroespacial, na indústria automobilística, odontológicos e para madeiras, além da adesão de filmes finos. De acordo com Rocha, participar da conferência forneceu informações de suma importância para futuros trabalhos pedagógicos que serão realizados na instituição. “A minha participação nessa conferência de renome internacional reafirma o compromisso da FAPAN em aprimorar cada vez mais o perfil pedagógico do corpo docente. Sem dúvida alguma os conhecimentos obtidos aqui refletirão em ótimos e futuros trabalhos realizados aqui na nossa faculdade.”, finalizou Fernando.

Receita Federal introduz novos mecanismos de Fiscalização
02/02/2016

Receita Federal introduz novos mecanismos de Fiscalização

A Receita Federal adotou um subsídio a mais para fiscalizar as movimentações financeiras dos contribuintes e desde 1º de dezembro de 2015. Com a exigência da declaração denominada e­Financeira, planos de saúde, seguradoras e operadoras de fundo de aposentadoria programada terão que apresentar ao Fisco dados sobre as movimentações de seus clientes. Até então, a obrigação era exigida exclusivamente para as instituições financeiras.Todas as entidades supervisionadas pelo Bacen-Banco Central, pela CVM-Comissão de Valores Mobiliários, pela Susep-Superitendência de Seguros Privados e pela Previc-Superintendência Nacional de Previdência Complementar estão sujeitas à nova modalidade de fiscalização. Essas entidades deverão prestar informações relativas a saldos de qualquer conta de depósito, inclusive de poupança, saldo de cada aplicação financeira e aquisições de moeda estrangeira, quando o montante global movimentado ou o saldo, em cada mês, por tipo de operação financeira, for superior a R$ 2 mil para as pessoas físicas e R$ 6 mil, no caso das pessoas jurídicas. Já as operadoras de planos de saúde, deverão informar os gastos dos clientes periodicamente.A e-Financeira permitirá que a Receita Federal vasculhe todas as operações financeiras efetuadas no país. A justificativa para a implementação da nova obrigação é a assinatura do IGA-Acordo Intergovernamental, entre o Brasil e os Estados Unidos para aplicação do Fatca-Foreign Account Tax Compliance Act. O objetivo da medida é coibir a evasão de divisas. Com o Fatca, o Brasil enviará informações de todos os americanos que fizeram transações no Brasil e os EUA também passará, diretamente à Receita Federal informações dos brasileiros que tenham promovido movimentações financeiras nos Estados Unidos. Na avaliação de advogados, a medida também servirá para que o Fisco promova um maior controle pelo cruzamento de dados das movimentações dos contribuintes. Em meio à crise financeira e política, com queda de arrecadação, a Receita Federal aumenta o escopo de sua fiscalização. A nova obrigação, além de ampliar o controle da Receita Federal sobre os contribuintes, permitirá coibir a sonegação no Brasil e proporcionar ao Leão o aumento na arrecadação. As instituições financeiras e seguradoras já estão obrigadas a transmitir as informações de movimentações ocorridas a partir de 1º de dezembro do ano passado. Os dados deverão ser transmitidos até o último dia útil de maio. Depois disso, as informações terão que ser enviadas semestralmente: até o último dia útil do mês de agosto, contendo os dados relativos ao primeiro semestre do ano em curso e até o último dia útil do mês de fevereiro, com as informações financeiras relacionadas ao segundo semestre do ano anterior. O mecanismo foi instituído pela Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil nº 1.571, de julho de 2015. Excepcionalmente, para as informações sobre estrangeiros dentro do acordo entre o Brasil e os Estados Unidos, o módulo de operações financeiras da e­-Financeira já é obrigatório para fatos referentes aos meses de julho a dezembro do ano ­calendário de 2014. Apesar de parecer novidade, o e-­Financeira é uma ampliação da Dimof-Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira, que desde 2008 obrigava as instituições financeiras a informar as operações que ultrapassassem R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 10 mil para pessoas jurídicas, por semestre. Com o novo mecanismo, porém, ampliou­-se os setores que devem enviar essas informações e reduziu­-se os limites das transações. Com a medida a Receita fecha ainda mais o cerco sobre as movimentações financeiras no país. A cada conta, as informações deverão ser prestadas em nome de todas as pessoas a ela vinculadas, individualmente, e deve conter todos os dados dos titulares das operações financeiras. A obrigação cria uma nova modalidade de cruzamento de informações que pode atingir boa parte dos contribuintes já que os valores­ limite das operações são pequenos”. Transações de pessoa física serão declaradas por instituições De acordo com a Receita Federal da 5ª Região Fiscal, concernente à Bahia e Sergipe, “as pessoas físicas não necessitam se preocupar em efetuar a declaração da e-Financeira, mas suas operações serão informadas pelas instituições financeiras, planos de saúde, seguradoras e operadoras de fundo de aposentadoria”. Veja o que diz a Receita: TB - De que modo a medida passa a incidir sobre os depósitos em Poupança? Receita Federal - A instituição financeira depositária de contas de depósito, inclusive de poupança, fica responsável por informar o saldo no último dia útil do ano de qualquer conta de depósito, considerando quaisquer movimentações, tais como pagamentos efetuados em moeda corrente ou em cheques, emissão de ordens de crédito ou documentos assemelhados ou resgates à vista e a prazo, discriminando o total do rendimento mensal bruto pago ou creditado à conta, acumulados anualmente, mês a mês. TB - Qual o propósito da medida, além de contemplar acordo com o fisco dos Estados Unidos? Receita Federal - Fazer um maior acompanhamento das movimentações financeiras dos contribuintes. A e-Financeira abrange não só transações bancárias, mas outras, como previdência complementar, previdência privada, consórcios e seguros. TB - Já foram efetuadas as declarações com base nas exigências da eFinanceira ou somente a partir de maio, com base nas movimentações relativas a dezembro e janeiro? Receita Federal - A e-Financeira passou a ser obrigatória para fatos ocorridos a partir de 1º de dezembro de 2015. Excepcionalmente, para os fatos ocorridos entre 1º e 31 de dezembro de 2015, a e-Financeira poderá ser entregue até o último dia útil de maio de 2016. Salvo esta exceção, e para os anos seguintes, deverá ser transmitida semestralmente nos seguintes prazos: até o último dia útil do mês de fevereiro, contendo as informações relativas ao segundo semestre do ano anterior; e até o último dia útil do mês de agosto, contendo as informações relativas ao primeiro semestre do ano em curso. TB - Quais as punições previstas para quem deixar de efetuar a declaração, considerando distintamente as pessoas Física e Jurídica? Receita Federal - A não apresentação da e-Financeira no prazo estabelecido, ou sua apresentação com incorreções ou omissões acarretará aplicação de multas, conforme previstas no art. 30 da Lei nº 10.637, de 30 de dezembro de 2002, quanto às informações abrangidas pela Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001; ou no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, quanto às demais informações. (AF) Fonte: Tribuna da Bahia

Cuidado com antidepressivos em crianças e jovens
02/02/2016

Cuidado com antidepressivos em crianças e jovens

Dois estudos publicados na última semana trazem informações e alertas importantes em relação à depressão em jovens e o impacto que o tratamento pode ter em suas vidas. O primeiro trabalho mostra que o uso de antidepressivos de duas das classes mais prescritas nos EUA pode dobrar o risco de suicídio e de violência em crianças e jovens. Na lista estão medicamentos como fluoxetina, paroxetina, sertralina, duloxetina e venlafaxina, todos comercializados e amplamente usados no Brasil. Mais de 1% dos jovens americanos com menos de 18 anos toma algum tipo de remédio para tratar sintomas de depressão e transtornos da ansiedade (os antidepressivos têm um espectro de tratamento que vai além da própria depressão). A agência reguladora de medicamentos dos EUA, a FDA, já havia alertado anteriormente sobre o maior risco de suicídio em adultos jovens (18 a 24 anos) que tomam antidepressivos e recomendado monitoramento cuidadoso dos pacientes em tratamento. Nesse novo trabalho, um grupo de pesquisadores da Dinamarca se debruçou sobre 70 estudos clínicos, que envolveram quase 19 mil pacientes, para chegar à conclusão do maior risco de morte, tentativas de suicídio, inquietação permanente (acatisia), agressão e violência com o uso desses remédios pelos menores. O resultado foi publicado no periódico British Medical Journal e divulgado pelo site Medical News Today. O mesmo efeito não foi constatado em indivíduos adultos que usam esses medicamentos. Os pesquisadores sugerem que trabalhos anteriores falharam ao não valorizar informações que mostrariam maior risco em crianças e adolescentes, já que esses eventos são relativamente raros. Eles sugerem que alternativas aos remédios poderiam ser terapias de diversas modalidades e mudanças nos hábitos de vida (como mais atividade física, por exemplo). Para eles, o uso de antidepressivos em crianças, adolescentes e adultos jovens deveria ser feito com mais critério e menor frequência. De mãe para filha. Outro trabalho da última semana, da Universidade da Califórnia, sugere que estruturas cerebrais importantes para o controle das nossas emoções, como o circuito do córtex límbico (amígdala, hipocampo, porção ventro-medial do córtex pré-frontal), são mais “transmitidas” das mães para as filhas do que das mães para filhos e do que dos pais para filhas ou filhos. Essa peculiaridade pode sugerir que uma parte da propensão ou da resistência à depressão nas garotas pode ser “herdada” de suas mães. O estudo, publicado no periódico Journal of Neuroscience e divulgado pelo jornal inglês Daily Mail, analisou imagens de ressonância magnética de 35 famílias. Enquanto trabalhos anteriores já apontavam uma associação entre depressão em mães e filhas, essa nova pesquisa, ao medir o tamanho das áreas cerebrais de pais e filhos, identificou uma estrutura cerebral específica, que tem relação com depressão e que pode ser transmitida pela linha matriarcal. A correlação da substância cinzenta (onde estão o corpo das células nervosas) do córtex límbico foi muito maior entre mães e filhas. Isso não significa que as mães são “culpadas” pela depressão das filhas, alertam os pesquisadores, já que há uma série de outros fatores envolvidos no desencadeamento da doença, como genes não herdados da mãe, questões ambientais e sociais e experiências de vida, entre outros tantos. A transmissão da mãe para a filha é apenas uma parte dessa complexa e intricada história. Os especialistas avisam que mais pesquisa é preciso para avaliar o peso da genética e das condições pré-natais e pós-natais na “transmissão” desses circuitos cerebrais. De qualquer forma, como a depressão parece cada vez mais frequente nos mais novos, é importante ir mais a fundo em suas causas, novas possibilidades terapêuticas, além de maior cuidado nos tratamentos medicamentosos que existem hoje. Fonte:O Estado de S.Paulo Autor: Jairo Bouer

Pré-selecionados do Fies devem completar inscrição entre os dias 2 e 6
02/02/2016

Pré-selecionados do Fies devem completar inscrição entre os dias 2 e 6

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (1º) o resultado da pré-seleção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Para completar a inscrição no financiamento, os pré-selecionados devem acessar o portal do programa, entre esta terça-feira (2) e o dia 6 de fevereiro. Os participantes pré-selecionados deverão, entre 7 e 18 de março, prestar declaração de matrícula na instituição, no curso e turno em que realizou a inscrição. Além dos pré-selecionados, também foi divulgada a lista de espera do Fies 2016. O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou hoje a lista dos pré-selecionados. Segundo o MEC, o sistema opera normalmente e não houve registro de problemas técnicos. Nesta edição, o Fies priorizou os cursos de engenharias, com 34.557 vagas; formação de professores, com 47.115 vagas, e áreas de saúde, com 76.092 vagas. Estes foram os cursos mais procurados. Além das áreas prioritárias, o Fies valorizou os cursos com melhores índices de qualidade (com conceitos 4 e 5). Participaram desta edição do Fies os estudantes que tenham prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010 e obtido média igual ou superior a 450 pontos, além de ter tirado nota na redação que não seja zero. O candidato pôde se inscrever em um único curso e turno dentre aqueles com vagas ofertadas. Outra exigência para obtenção do benefício do Fies é comprovar renda familiar bruta de até dois salários mínimos e meio. Para saber mais acesse o portal Fies Seleção Fonte: Revista Gestão Universitária

FAPAN encerrou as atividades da Semana Pedagógica
01/02/2016

FAPAN encerrou as atividades da Semana Pedagógica

Com duração marcada entre os dias 25 e 29 de janeiro de 2016, a Faculdade do Pantanal (FAPAN) encerrou oficialmente as atividades da Semana Pedagógica na última sexta-feira. Esteve presente o Diretor Geral da FAPAN, Elvys P. Ferreira de Oliveira; Coordenadora Pedagógica, Marilza Luiz Ferreira; Coordenador de Administração, Dirceu Luiz da S. Siqueira; Coordenadora de Ciências Contábeis, Claudia Alves P. Ribeiro; Coordenadora de Psicologia, Aleciane Botelho Queiroz; Coordenadora de Farmácia, Rosana Nascimento; Coordenador de Sistemas de Informação,Cícero Lucas F. Santiago; Coordenador de Educação Física, Anderson Luiz Rubio; Coordenadora de Pedagogia, Lidiane M. dos Santos; Coordenadora de Enfermagem, Júlia Salomé; Coordenador de Fisioterapia, Ednardo F. Antunes e o Coordenador de Odontologia, Edson Minoru Yamate. Além dos professores veteranos, iniciantes e todo o corpo administrativo. O EVENTO - A Semana Pedagógica ocorreu entre os dias 25 e 29 de Janeiro, trazendo aos docentes uma dose extra de incentivo e informação, com o objetivo de desenvolver o profissional de educação através de troca de experiências, habilidades técnicas e comportamentais, possibilitando através da análise do processo metodológico, o pensar pedagógico que envolve a compreensão da realidade, a investigação e formulação de opiniões. A diversidade de atividades na Semana Pedagógica permitiu que os professores veteranos e iniciantes tivessem mais conhecimentos sobre as metodologias ativas, normas institucionais, acervo bibliográfico, planos de ensino, oficina ENADE, e para finalizar os trabalhos, os docentes participaram do treinamento no Sistema Gennera e Athenas Virtual, sob orientação do suporte em Tecnologia da Informação Islan Andrey R. da Silva. A coordenadora Pedagógica Marilza Luiz Ferreira, destacou que “O professor precisa ser um líder, ele precisa demonstrar segurança em seu trabalho, ele precisa ser o formador de opinião e sem isso não terá sucesso em sala. Precisamos ter em mente que o aluno é o ponto de partida para se fazer um bom trabalho, cativa-lo, incentiva-lo, cultiva-lo, induzi-lo a querer aprender através de novas metodologias. Uma vez encerrada a Semana Pedagógica o corpo docente se prepara para receber os alunos que retornam à faculdade no próximo dia 15 de Fevereiro para o início das aulas “, explicou a Coordenadora. O Diretor da instituição, Elvys de Oliveira, classificou a semana como proveitosa e enfatizou a necessidade de se incentivar o pensamento colaborativo. “A FAPAN tem como uma marca primordial o compartilhamento de conhecimento, experiências e técnicas práticas dentro e fora da sala de aula. A semana pedagógica traduz com perfeição esse momento, onde todos nós podemos aprender um pouco mais, uns com os outros, visando claro a melhoria no atendimento do nosso aluno, que é o nosso maior interesse. Em nome da FAPAN eu digo para todos os veteranos e calouros que venham tranquilos, pois a FAPAN está pronta para recebe-los da melhor forma. Desejo e estendo aqui as nossas boas-vindas para todos no dia 15.”, finalizou Oliveira.

01/02/2016

Campus Party: projeto busca inclusão de mulheres nas áreas tecnológicas

Ainda dominado por homens, o mundo da tecnologia tem sido conquistado cada vez por mulheres. Pensando na inclusão delas nessa área, a Carine Roos e a Vanessa Tonini criaram o MariaLab Hackerspace, um espaço que fornece a infraestrutura necessária para que mulheres possam desenvolver projetos de tecnologia.“Hackerspaces em geral são ambientes muito masculinizados e voltados para os homens. Percebemos que muitas mulheres que frequentavam esses lugares se sentiam acanhadas de fazer perguntas, achavam que faziam perguntas idiotas”, afirma Carine. Nesta quinta-feira (28) elas apresentaram o MariaLab na Campus Party, em um painel intitulado “Hackerspaces feministas: reduzindo a desigualdade de gênero na tecnologia”.Mesmo recebendo propostas para participar do projeto, as meninas vetam a presença de homens no MariaLab. “Tem muita gente que ainda não entende o porquêter um espaço sópara mulheres, ouvimos isso todo dia praticamente. Mas quem éda área sente falta de um espaço que seja mais voltado para mulheres também”, explica Carine. O MariaLab também quer abrir espaço para as minorias, como mulheres negras, trans e mulheres que se consideram não homens, como as de gênero binário, por exemplo. Carine participa desde a primeira edição da Campus Party, em 2008, e de lápara cáela percebeu que muita coisa mudou em relação às campuseiras. “[Antes] eram sempre mulheres acompanhando o namorado, mas longo dos anos foi aumentando um pouco [a presença delas]”. Após a apresentação sobre a MariaLab, Carine e Vanessa comandaram um workshop sobre navegação anônima. “Tem muitos homens assistindo e as mulheres que estão liderando as palestras. A gente percebe que estátendo uma certa preocupação em colocar mulheres no espaço de fala”, conclui. * Com supervisão de Braulio Lorentz. Fonte: G1 Imagem: Carine Roos, do MariaLab Hackerspace (Foto: Larissa Santos / G1) / Twitter

01/02/2016

O Carnaval e a Administração

Por Dirceu Siqueira, Coordenador do curso de Administração da FAPAN Ao acompanhar um desfile, podemos contemplar mais do que um samba enredo traduzido em fantasias e ritmos... pode-se perceber a Administração desfilando silenciosamente por entre os foliões. Apesar de não gostar deste feriado, todo ano, com a chegada do Carnaval, eu me impressiono com a capacidade de organização e com a aula que uma escola de samba nos oferece. São vários os conteúdos que um desfile pode nos ensinar: Logística - O transporte dos carros alegóricos, a organização dos instrumentos da bateria, compra dos materiais utilizados na confecção das fantasias e as escalas de trabalho nos barracões são verdadeiras aulas de atividade logística. Tudo o que se aprende num curso pode ser aplicado às escolas de samba; Administração, planejamento de recursos financeiros, gestão de equipes, controle dos ativos, produção e estrutura hierárquica de poder são apenas alguns dos exemplos administrativos das escolas. Por todo lado que você olhar, vai encontrar uma aula de administração, tais como, o gerenciamento de tempo: o que acontece com uma escola se ela extrapola o tempo máximo de uma apresentação? E se ela não cumpre o tempo mínimo também perde pontos no quesito evolução. O controle do tempo e das atividades desempenhadas é crucial para o sucesso; Liderança: cada ala possui seus responsáveis, cada carro alegórico tem o seu destaque, cada bateria tem o seu mestre... e todos eles seguem o diretor de harmonia, que por sua vez segue o diretor geral, que segue o presidente e assim por diante. Cada um sabe a sua parcela de contribuição e entrega para o resultado final. Todos são dotados de Empowerment; Teamwork: da comissão de frente até a velha guarda (que geralmente encerra o desfile) existe um sentimento único. Ninguém é menos importante naquele momento, todos são responsáveis pelo resultado final. Não adianta a ala das baianas desempenhar a função maravilhosamente bem se o casal de mestre-sala e porta-bandeira não fizer o deles. Ou todos ganham ou todos perdem. Pois é, até pra ser folião a gente não pode perder de vista as analogias e descobrir que até nos divertindo podemos aprender. Só é preciso estar atento. Bom Carnaval a todos.

29/01/2016

Ensinar para avaliar? ou ensinar para aprender?

Com esta questão, pensei ser pertinente verificar sob a perspectiva psicopedagógica, a questão da reprovação a partir do conceito de que avaliação não se presta à reprovação, e sim, a verificação das práticas pedagógicas. Como a prática pedagógica é um reflexo do ato do ensinante, percebe-se não raro, a constante reclamação da incompetência do aluno, em que, essa incapacidade configura-se como dificuldade de aprendizagem, passível de intervenção psicopedagógica, uma vez que avaliação subjetiva conduz à reprovação, e esta, apresenta-se como um dos problemas de aprendizagem. É justamente pensar os problemas de aprendizagem, os mesmos e corriqueiros, que a todo o momento atormentam professores em sala de aula, e esses problemas contribuem para baixa produtividade do aluno, consequentemente, avaliações negativas, refletindo notas abaixo da média. Para falar dessas avaliações, a praticada pelo professor, e a institucional, considera-se a avaliação subjetiva como avaliação do aluno a partir dos conteúdos a ele disponibilizados no processo ensino-aprendizagem, e avaliação institucional como índice de qualidade na educação. Convém esclarecer que qualidade na educação não se configura em nosso entendimento, como avaliação subjetiva, uma vez que o aluno não figura como índice de qualidade na educação; ele é o reflexo dessa qualidade. Mesmo que se possa considerar a avaliação subjetiva como um dos índices inseridos no processo de avaliação institucional, ainda assim, a avaliação subjetiva, guarda relação direta com as concepções pedagógicas do docente, fato esse, a interferir no processo avaliativo subjetivo, ou seja, do indivíduo avaliado, a partir do currículo ministrado. Nesse contexto, vê-se que os processos formativos do professor tem se construído a partir de uma epistemologia da avaliação, permeada por tensões e disputas marcadas pelas desigualdades sociais, quando se situa essa formação nos setores público e privado. Após a formação acadêmica, o profissional ensinante, passa integrar os variados ambientes educativos, vivenciando práticas avaliativas excludentes a marcar os constrangimentos da pobreza. São eles; advindos não só da carência material, mas, e principalmente, do processo sociocultural de desvalorização humana e degradação dos ambientes sociais. É justamente esse profissional, inserido em um ambiente marcado pelas desigualdades sociais, que se encontram nas instituições de ensino, confrontando-se com as políticas de avaliação da aprendizagem. Assim, ao pensar as práticas que organizam a vida docente; pode-se destacar, que a avaliação da aprendizagem escolar, como sendo objeto de muitos questionamentos, com enfoques variados, abrangendo a observância de tratamentos filosóficos, sociológicos, tecnológicos e políticos; destaca-se nesse âmbito, uma questão fundamental: Ensinar para avaliar? Ensinar para aprender? A partir dessa premissa, tenta-se mostrar a avaliação escolar sob um olhar psicopedagógico multidisciplinar, em que o principal objeto divisado seja o sujeito cognoscente. Fonte: Artigo por José Roberto Pinto, Portal Educação. (Clique na arte e inscreva-se! :D)